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| Starry |
Embaixada certa
Quando eu era pequeno, aprendi que a minha família torcia pelo Ceará Sporting Club. Desde então, não houve espaço para outro time na minha vida. Nem sempre sabia o que estava acontecendo com o Clube. Muitas vezes sequer sabia o nome dos jogadores (até hoje confundo o Oziel com Mizael e Michel, eita magote de anjos da banda torta). Não importa. está no DNA. Já vi tias chorarem, tios desmaiarem, saírem de ambulância do estádio. Na época, não entendia o ódio alucinante e o desprezo mortal do meu pai pelo atacante que perdia o gol para, no momento seguinte, se transformar em paixão cega, que transformava o "infeliz" em herói e santo, ao meter a bola no fundo da rede. Hoje entendo tudo muito bem. Está tudo muito claro. Impossível ser diferente. Só não me peça para explicar. Explicar demais é coisa de boiola. Tricolete. Carniça.
Fiquei muito contente ao descobrir que aqui em Bê-esse-bê havia um lugar onde não só passavam os jogos do "Vozão" na TV, mas também reuniam-se torcedores exilados como eu. Fica melhor ainda. O lugar é a sede oficial da Embaixada do Vozão, com blog, logotipo e tudo!
Embora seja da turma dos novatos - só estive em três encontros, já me sinto em casa. Nada de novidade, pois fazer as pessoas se sentirem em casa é característica do cearense. Ainda mais os amigos da embaixada do vozão. Nota 10.
Embora nos chamemos "embaixadores" e "embaixatrizes", Acho que seria mais apropriado se chamássemos as amigas de "embaixadoras". Explico: "embaixatriz" é mulher de embaixador. O papel dela é acompanhar o marido. "Embaixadora" é a mulher que tem a função relacionada ao nome. Curiosamente, não há nome especídfico pro marido de Embaixadora. Pelo que vi nos encontros e pelo trabalho feito nos bastidores, o que a Embaixada tem, mesmo, é legítimas e competentes Embaixadoras!
O lado escuro da Lua em oito bits
Brad Smith é canadense e programador de jogos digitais. Gosta de NES, de música e de Pink Floyd. Não deu outra: recriou as músicas do famoso 'Dark Side of the Moon' para seu velho videogame. Quer ouvir como seria o álbum da banda inglesa se tivesse sido feito para o Nintendo de oito bits? Os links para baixar as músicas estão na página MOON8.
Adorei.
Remedios Varo
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| Insônia, 1947 |
A pintora Remedios Varos Uranga (1908-1963) nasceu na Catalunha. Durante a Guerra Civil Espanhola, Remedios mudou-se para Paris onde foi grandemente influenciada pelo movimento surrealista. Foi forçada a exilar-se da capital francesa durante a ocupação nazista da França e mudou-se para a Cidade do México em fins de 1941. Embora ela considerasse o México como um refúgio temporário, o país acabou por tornar-se sua residência definitiva. Universidade de Indiana tem um diretório cheio de obras dela.
Arte na guerra
A biblioteca pública de Cincinnati, no estado americano de Ohio, tem um catálogo de posters motivacionais da época da Segunda Guerra Mundial que podem ser baixados no formato PDF. Assim como os desenhos animados de Walt Disney (também contratada para o mesmo fim), eles se tornaram referência gráfica e têm apelo visual característico.
Este aí em cima exorta os marinheiros a manter a boca fechada: "conversa solta pode custar vidas".
Ex libris
Ex libris por Zeljko Djurovic. O mote é "Navigare necesse est. Vivere non est necesse". Que combinação!
Veja a nota inicial desta coleção.
Futurismo visual
No início do século 21 a megaindústria Tyrell Corporation produzia robôs orgânicos chamados "replicantes", visualmente indistinguíveis de humanos adultos.
Os replicantes NEXUS 6 eram superiores em força, agilidade e, pelo menos, iguais em inteligência aos engenheiros genéticos que os tinham criado.
Após um sangrento motim de um grupo de NEXUS 6, todos os replicantes foram banidos da Terra. Só poderiam ser usados nas colônias espaciais para trabalhos perigosos, degradantes ou para lazer.
Os replicantes que desafiavam a proibição e voltavam à Terra eram caçados por unidades especiais da polícia, chamadas Blade Runner, que tinham ordem de atirar para matar sumariamente qualquer replicante que encontrasse.
A isto não chamavam executar.
Chamavam aposentar.
Assim começa o filme de Ridley Scott, "Blade Runner", baseado no livro "Do Androids Dream of Electric Sheep?" de Philip K. Dick. Mas as apresentações são desnecessárias. Como são também as apresentações de Syd Mead, o brilhante criador da arte conceitual desse filme, de Tron, de Alien e de muito mais. No seu site, ele se descreve como "futurista visual e artista conceitual". Eu acho que é mais. Veja algumas artes conceituais que o mestre fez para o "Blade Runner" (clique na imagem para ampliar):
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| Exterior. |
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| Exterior. |
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| Cozinha do apartamento de Deckard. |
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| Banheiro do apartamento de Deckard. |
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| Planta do White Dragon, onde Deckard come macarrão. |
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| Carro voador da polícia. |
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| Bar onde Zhora dança com a cobra. |
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| Visita de Deckard ao leito de Holden no hospital, depois que Leon quase o mata no início do filme. Esta cena não foi usada. |
Adoro o trabalho dele.
Via: Pasa la vida
Beatles, mapeado
Infográfico criado pelo designer Michael Deal que mostra as relações de referências mútuas nas músicas dos Beatles. Ou melhor: quais canções fazem referência implícita, explícita ou paralelo melódico com as demais. No site dele há outros infográficos.
Agora você pode comprovar facilmente o que uma morsa tem a ver com diamantes no céu.
Agora você pode comprovar facilmente o que uma morsa tem a ver com diamantes no céu.
Isto não é grego para mim
Charis Tsevis é um designer gráfico grego conhecido mundialmente pelos seus trabalhos em mosaicos. A imagem acima é de sua coleção de trabalhos pessoais, sobre a copa de 2010, inspirada em padrões gráficos africanos. Belíssimo trabalho.
Já o logotipo da copa 2014...
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